
Benigna Madre de Cora.
Mãe zelosa de Veiga Vale.
A terra chã das cavalhadas,
Defendida por cristãos e mouros.
Da tribo Goya,
Ao moderno e planejado traçado da capital.
Mistura-misturada de todos os complexos.
Num gosto de liberdade em suas palmeiras.
No infinito pouco comum.
Um incrível divisor de águas límpidas,
Co’as árvores retorcidas,
E os campos descampados.
O Cerrado do Planalto Central,
Com suas formas estranhas,
Aspectos místicos,
Fronteiras invisíveis.
Controladas pela mãe-terra.
Em seus períodos secos e longos.
Nas cachoeiras e cristais e lobos-guará,
Nos buritis e emas e lobeiras.
O excesso de aluminiun,
Pouco importa!
Nas esquecidas terras centrais,
No coração pulsante do país.
Arquitetado esplendorosamente,
No alvorada destas planas terras.
Com o equilíbrio do mestre-rei
Onde o Araguaia e o Jalapão e os Pirineus,
Reinam, majestosamente junto co’a Serra Doirada.
Tentando sobreviver às pioneiras frentes.
De um passado de ouro,
Um presente de agronegócios,
E um futuro incerto.
O Cerrado do Planalto Central,
Terra da Nação Brasileira.
(Rômulo Piloni).
2 comentários:
Foto by Amanda Alexandre - Pirenópolis
oi garotinho...uau, pirei, muito lindo seus poemas. Acho que esta passando da hora de alguém descobrir esse seu talento e dar um apoio para publicar logo esse livro. Boa sorte, vou ficar aqui torcendo para que dê certo. Bjaum
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