
“Mundo mundo,
Vasto mundo”.
Um mundo de vidro.
Um mundo de homens.
Complexo como as ligações de silício.
Simples como um copo de vinho...
Simples como suas vidas.
Com suas vidas bestas.
Com seu íntimo interior petrificado.
Até banal (!)
Sem pulso,
Sem vida,
Sem dor...
Homem-estátua,
Homem RaiMunndo.
(Rômulo Piloni).
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