
Nos traços límpidos,
E também livres,
Segue o projeto ininterrupto.
O subconsciente,
De forma prática,
Imprime no papel esboçado,
Rabiscos d’um pensamento moderno.
Longe… muito longe,
Além dos campos da campina,
A corruptela do vocábulo Guanabara,
De sentido-significado pluviométrico,
Deu lugar às idéias,
A expressão sublime dos barões.
Pulverizando transformações e realidade.
O cata-café do passado,
O microsoft do futuro,
Contam a história do cotidiano.
E a linha férrea continua.
Nos dormentes modernos,
Próprios da Estação Guanabara,
Novos projetos futuristas surgirão.
Naquele perfil esbelto e marcante,
Entre inúmeros pés-de-café,
A gloriosa Princesa d’Oeste,
Marca o tempo arrogante.
Ligando ferrovias,
Construindo o futuro.
Com traços límpidos e livres,
No papel,
Na história,
Na Campina,
Na Estrada de Ferro Mogiana,
Projetos seguem ininterruptos.
(Rômulo Piloni).
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