
Circulam pelo éter.
Há de ser lento e doloroso.
O Mundo gira devagar.
Meu Tempo gira devagar.
Minha Vida gira devagar.
Apresenta-se tudo vago e desesperado,
Naquilo que é de natureza corrosiva,
Num fluxo não mais perfeito.
Dois a dois, mão a mão,
Funde-se medo e gozo ingênuo.
Era tudo tão diferente.
Era tudo tão parecido.
Era tudo... aquilo, que ainda queríamos.
Sem-palavras,
O sussurro (seu) a fugir de meus ouvidos.
Corro, corro...
Sem-palavras.
Na voz, nenhum ruído,
No pensamento, turbilhões de enigmas.
Palavras, palavras...
Lutar com as palavras,
Lutar contra os sentimentos.
Penetrar aleatoriamente neste reino.
Repare:
Ermas desilusões.
Mais uma vez,
Refugiar-se nas palavras,
Ainda úmidas e impregnadas,
Mas estas palavras...
Verdadeiras
Circulam pelo subconsciente.
Há de ser amargo e desesperador.
O Mundo parou.
Meu Tempo parou.
Minha Vida parou.
Apresenta-se tudo findo e inoperante,
Naquilo que era realmente maravilhoso,
Num fluxo quase prefeito.
Dois a dois, lábio a lábio,
Funde-se medo e gozo ingênuo.
Éramos tão diferentes.
Éramos tão parecidos.
Era tudo... aquilo, que ainda queríamos.
Sem-palavras,
O perfume (seu) a fugir de minhas narinas.
Corro, corro...
Sem-palavras.
Na voz, emudecido,
No pensamento, lembranças.
Palavras, palavras...
Lutar contra as palavras,
Lutar com os pensamentos.
Penetrar surdamente neste reino.
Repare:
Ermas melancolias.
Mais uma vez,
Refugiar-se nas palavras,
Ainda úmidas e impregnadas,
Mas estas palavras...
Verdadeiras palavras
Circulam pelo coração.
Há de recomeçar.
O Mundo regrediu.
Meu Tempo regrediu.
Minha Vida regrediu.
Apresenta-se tudo exaustivo, mas esperançoso,
Naquilo que é realmente maravilhoso,
Num fluxo ainda perfeito.
Dois a dois, corpo a corpo,
Funde-se medo e gozo ingênuo.
Somos tão diferentes.
Somos tão parecidos.
É tudo... aquilo, que ainda pode-se reviver.
Sem-palavras,
O batom (seu) a fugir de minha boca.
Corro, corro...
Sem-palavras.
Na voz, pequenos sussurros,
No pensamento, saudade.
Palavras, palavras...
Lutar contra as palavras e os sentimentos.
Lutar com os sentimentos e as palavras.
Fugir desesperadamente deste reino.
Repare:
Ermas ilusões.
Mais uma vez,
Refugiar-se nas palavras,
Ainda úmidas e impregnadas,
Mas estas palavras...
Verdadeiras palavras do coração.
(Rômulo Piloni).
Há de ser lento e doloroso.
O Mundo gira devagar.
Meu Tempo gira devagar.
Minha Vida gira devagar.
Apresenta-se tudo vago e desesperado,
Naquilo que é de natureza corrosiva,
Num fluxo não mais perfeito.
Dois a dois, mão a mão,
Funde-se medo e gozo ingênuo.
Era tudo tão diferente.
Era tudo tão parecido.
Era tudo... aquilo, que ainda queríamos.
Sem-palavras,
O sussurro (seu) a fugir de meus ouvidos.
Corro, corro...
Sem-palavras.
Na voz, nenhum ruído,
No pensamento, turbilhões de enigmas.
Palavras, palavras...
Lutar com as palavras,
Lutar contra os sentimentos.
Penetrar aleatoriamente neste reino.
Repare:
Ermas desilusões.
Mais uma vez,
Refugiar-se nas palavras,
Ainda úmidas e impregnadas,
Mas estas palavras...
Verdadeiras
Circulam pelo subconsciente.
Há de ser amargo e desesperador.
O Mundo parou.
Meu Tempo parou.
Minha Vida parou.
Apresenta-se tudo findo e inoperante,
Naquilo que era realmente maravilhoso,
Num fluxo quase prefeito.
Dois a dois, lábio a lábio,
Funde-se medo e gozo ingênuo.
Éramos tão diferentes.
Éramos tão parecidos.
Era tudo... aquilo, que ainda queríamos.
Sem-palavras,
O perfume (seu) a fugir de minhas narinas.
Corro, corro...
Sem-palavras.
Na voz, emudecido,
No pensamento, lembranças.
Palavras, palavras...
Lutar contra as palavras,
Lutar com os pensamentos.
Penetrar surdamente neste reino.
Repare:
Ermas melancolias.
Mais uma vez,
Refugiar-se nas palavras,
Ainda úmidas e impregnadas,
Mas estas palavras...
Verdadeiras palavras
Circulam pelo coração.
Há de recomeçar.
O Mundo regrediu.
Meu Tempo regrediu.
Minha Vida regrediu.
Apresenta-se tudo exaustivo, mas esperançoso,
Naquilo que é realmente maravilhoso,
Num fluxo ainda perfeito.
Dois a dois, corpo a corpo,
Funde-se medo e gozo ingênuo.
Somos tão diferentes.
Somos tão parecidos.
É tudo... aquilo, que ainda pode-se reviver.
Sem-palavras,
O batom (seu) a fugir de minha boca.
Corro, corro...
Sem-palavras.
Na voz, pequenos sussurros,
No pensamento, saudade.
Palavras, palavras...
Lutar contra as palavras e os sentimentos.
Lutar com os sentimentos e as palavras.
Fugir desesperadamente deste reino.
Repare:
Ermas ilusões.
Mais uma vez,
Refugiar-se nas palavras,
Ainda úmidas e impregnadas,
Mas estas palavras...
Verdadeiras palavras do coração.
(Rômulo Piloni).
Um comentário:
Heeeiii... Vejam só, esse ai é o Rômulo... Esse cara ai desse jeitinho mesmo... Leiam o que ele escreve, demonstra atualmente o que ele sente... Uma pessoa sensível, justa, amada por muitos espalhados mundo a fora... Anda por aí? Sim... Caminha sobre as páginas que a vida, ou melhor, que o destino escreve e escreveu... Porque o passado reflete querendo ou não no presente... Ele é guerreiro!!! É batalhador... Corre atrás do sonho tão estimado... Às vezes pensa agir errado, então desiste, por um simples receio... Medo... Mas, no fundo ele sabe que apenas segue o que seu coração quer, deseja... São sentimentos puros e verdadeiros... Sendo assim, NADA justifica o desuso dos mesmos... Rômulo... Sabes que muitas coisas ainda são incertas... Mas não deixe de tentar!!! Nunca!!! Não deixe de ouvir seu coração seeeempre que ele suplicar!!! Mesmo achando que tudo poderá ser em vão... Se a vida lhe oferece chances, não importa de que maneira, agarre com toda a força... Não deixe de conquistar o que você verdadeiramente quer... Só se tiver certeza de que não há mais saída, apenas a desistência... Isso você NÃO TEM!! To do seu lado pra qualquer coisa, qualquer decisão tomada por ti... Mas não desista perante os supostos obstáculos, que nem você sabe ao certo se realmente existem... Te amo, hoje e sempre!! A cada dia que passa me orgulho mais e mais de você!! Continue assim, essa pessoa maravihosa que você sempre foi, é e será!!!! Beijos Patiii...
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