
Às vezes, me entrego observando,
As matriarcas donas de casa,
Nos seus tempos cotidianos.
Expostas aos seus afazeres.
Expostas às suas curiosidades.
É tempo de rever as fotografias!
E me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Às seis horas, no fim da tarde.
Às vezes, me entrego pensando,
Nas fecundas madres angelicais.
Que auxiliam os maridos a sair dos abismos,
E criam os pequenos filhos,
Com pulso forte,
E coração terno.
E me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Às seis horas, no fim da tarde.
Às vezes, me entrego revendo,
As tristes mães zelosas.
Almoçando sozinhas naquela mesa grande,
E despedindo-se dos filhos que saíram de casa.
É tempo de rever as fotografias!
E novamente,
Me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Ás seis horas, no fim da tarde.
Às vezes, me entrego lendo,
Gabriel Garcia Márquez,
Com seus comentários agudos.
Sobre a possível esposa feliz,
Que só fora realmente felicidade,
Quando faltava mui pouco a ser.
Mas ainda me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Às seis horas da tarde.
(Rômulo Piloni).
As matriarcas donas de casa,
Nos seus tempos cotidianos.
Expostas aos seus afazeres.
Expostas às suas curiosidades.
É tempo de rever as fotografias!
E me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Às seis horas, no fim da tarde.
Às vezes, me entrego pensando,
Nas fecundas madres angelicais.
Que auxiliam os maridos a sair dos abismos,
E criam os pequenos filhos,
Com pulso forte,
E coração terno.
E me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Às seis horas, no fim da tarde.
Às vezes, me entrego revendo,
As tristes mães zelosas.
Almoçando sozinhas naquela mesa grande,
E despedindo-se dos filhos que saíram de casa.
É tempo de rever as fotografias!
E novamente,
Me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Ás seis horas, no fim da tarde.
Às vezes, me entrego lendo,
Gabriel Garcia Márquez,
Com seus comentários agudos.
Sobre a possível esposa feliz,
Que só fora realmente felicidade,
Quando faltava mui pouco a ser.
Mas ainda me pergunto sozinho.
Qual delas se suicidará,
Às seis horas da tarde.
(Rômulo Piloni).
4 comentários:
Sinceramente... todas se suicidaram quando abriram mão delas mesmos para serem a mulher socialmente correta.
Adorei!
Parabéns!
Bom, achei muito interessante...
Parabénsss... fikaram muito bem escrita sua poesia...
um grande Abraço....
Raffael
olha gostei muito, parabens...
achei que as poesias tem alma, um sentido escondido.tem que ler com o coração pra entender.
"Escrever poesias é mergulhar em busca da melhor semelhança entre aquilo que é captado pelos sentidos e as palavras que melhor possam expressar-lhes. Escrever poesias é demonstrar a habilidade em expor este estado sublime de entendimento."
(Carlos Alberto Coelho)
Parabéns por esse dom!
Bj
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