
Comigo estou sozinho.
Debruçado em mim mesmo.
Após o dia,
Mais dias!
Murmuro o vento.
Agito as águas.
Cintilo o sol.
Escureço a noite.
E num sopro de alegria,
Homens no jardim do Éden.
Tal como minha imaginação.
Tal é minha criação.
Após a noite,
Mais noites!
Acrescento sabedoria e liberdade,
E serpenteando,
O sofrimento é aclamado.
Pobres homens imaturos!
Querem ser deuses dos destinos.
Acostumem-se, agora!
Querem ser deuses das ciências.
Acostumem-se, agora!
Com o peso de minhas mãos.
E saibam reconhecer,
Na leveza do poeta,
Um tempo de remissão.
(Rômulo Piloni).
Debruçado em mim mesmo.
Após o dia,
Mais dias!
Murmuro o vento.
Agito as águas.
Cintilo o sol.
Escureço a noite.
E num sopro de alegria,
Homens no jardim do Éden.
Tal como minha imaginação.
Tal é minha criação.
Após a noite,
Mais noites!
Acrescento sabedoria e liberdade,
E serpenteando,
O sofrimento é aclamado.
Pobres homens imaturos!
Querem ser deuses dos destinos.
Acostumem-se, agora!
Querem ser deuses das ciências.
Acostumem-se, agora!
Com o peso de minhas mãos.
E saibam reconhecer,
Na leveza do poeta,
Um tempo de remissão.
(Rômulo Piloni).
Um comentário:
oi nossa muito show seu blog beijusss.
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