
Ó mulher de bunda charmosa,
Em minhas eróticas lendas,
Vulgarizo sua imagem vistosa,
Na perfeição do vestido de rendas.
O teu andar mágico e aéreo,
No simples balançar do cabelo,
Revela-se a mim, o mistério,
Que guardo a imagem com zelo.
Tuas lágrimas não diluídas,
Na aparência próxima, a morte,
Em campos de margaridas,
Jogada a própria sorte.
Meu pensamento ainda, outrora,
Em solidez, de forma impura,
Somente, hoje e agora,
Vejo-te amor e ternura.
Ó mulher de seio farto,
Teu dissabor em tom grave,
No ventre do leito do parto,
Para a vida tens a chave.
Preservo teus erros, mui pouco,
Caminhe agora comigo.
Na fascinação do homem louco,
Em teu colo encontro o abrigo.
Perdoe-me a postura apagada,
Partindo desde já do extremo,
Tu, mulher pouco amada,
Templo do meu Deus supremo.
Em minhas eróticas lendas,
Vulgarizo sua imagem vistosa,
Na perfeição do vestido de rendas.
O teu andar mágico e aéreo,
No simples balançar do cabelo,
Revela-se a mim, o mistério,
Que guardo a imagem com zelo.
Tuas lágrimas não diluídas,
Na aparência próxima, a morte,
Em campos de margaridas,
Jogada a própria sorte.
Meu pensamento ainda, outrora,
Em solidez, de forma impura,
Somente, hoje e agora,
Vejo-te amor e ternura.
Ó mulher de seio farto,
Teu dissabor em tom grave,
No ventre do leito do parto,
Para a vida tens a chave.
Preservo teus erros, mui pouco,
Caminhe agora comigo.
Na fascinação do homem louco,
Em teu colo encontro o abrigo.
Perdoe-me a postura apagada,
Partindo desde já do extremo,
Tu, mulher pouco amada,
Templo do meu Deus supremo.
(Rômulo Piloni).
Um comentário:
eu teria escrito mais vezes a palavra bunda :x
abraço romulo tudo de bom ;D
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