Mesmo fora de moda e a contra gosto e mal visto,
Sou sentimental.
Em alguns momentos,
Exagerado (!)
Noutros...
De considerável leveza.
Mas atravesso os dias,
Com uma carga enorme.
E de parada em parada:
Confiro.
Reafirmo.
E observo se o cadeado está sobreposto.
E neste fluido,
Incontado e adorável,
Meu sentimentalismo de caráter inventado,
Irrompe categorias burguesas.
Pois creio,
Que o amor é perfeito,
No mundo inventado.
(Rômulo Piloni).
4 comentários:
Poeta que (ainda) não aprendeu a amar!
Lindo...
o que dizer?
Amor inventado, me traz boas lembranças...
Eu também creio, que o amor é perfeito, num mundo inventado!
bjinhus
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