Meu estado de espírito,
Já não importa mais.
Não agora,
Neste momento dos dias.
Desde já, proíbo tua fuga,
Entre as vidas brasileiras.
Sem promessas.
Sem acordos.
Vejo, assim,
Utilidades marcadas,
Nas pupilas de meus sonhos.
E resguardo apenas o direito,
De manter em cárcere,
A lembrança tua.
Para que toda vez,
Quando eu desejar,
Eu relembre a minha vida.
E divague...
Lembrança a lembrança,
Dia após dia.
Até que eu me canse,
E a imagem tua,
Faça visitas esporádicas,
Ao eu-único recluso,
Do meu cárcere privado.
Já não importa mais.
Não agora,
Neste momento dos dias.
Desde já, proíbo tua fuga,
Entre as vidas brasileiras.
Sem promessas.
Sem acordos.
Vejo, assim,
Utilidades marcadas,
Nas pupilas de meus sonhos.
E resguardo apenas o direito,
De manter em cárcere,
A lembrança tua.
Para que toda vez,
Quando eu desejar,
Eu relembre a minha vida.
E divague...
Lembrança a lembrança,
Dia após dia.
Até que eu me canse,
E a imagem tua,
Faça visitas esporádicas,
Ao eu-único recluso,
Do meu cárcere privado.
(Rômulo Piloni).