Bem-vinda sua alma doce e serena
Que abriu as janelas de minha vida triste
E entrou como a brisa silente em meu quarto
Transeunte em meu mundo vago
Me acordastes com euforia passiva e sutileza nipônica
Fazendo do teu riso o meu
Bastando o teu silêncio eloqüente
E suspiro lascivo
Para que o dia se tornasse poético
Dei-te o sol e o rio para debruçares teus sorrisos
Em dias de sol ou neblina
Me destes tua presença eterna
Que não passa como o rio e não se vai como o sol
Dei-te o colo quando te achavas triste
Me destes a maturidade espontânea
E criatividade efusiva...