O que vejo em teus olhos,
Ofereço nesta canção,
De amor, de um grande amor,
À maneira do meu coração.
E que eu seja o último,
O maluco idiota,
Que observa tua janela,
Da fronte de meus desejos.
Até quando terei que olhar?
Teus segredos de tão longe?
O meu sonho sibilante,
Em nossos breves olhares,
Afirmando que as rosas,
Já completaram teu jardim,
Secreto e obscuro.
E não te quero apenas,
Porque ainda te quero.
O meu tempo se arrasta,
Nas dores noturnas diárias,
Que consumirão as luzes,
De todo o fevereiro,
No Rio de Janeiro,
Que me fez conhecer-te,
De modo alucinado.
E naquela hora marcada,
Preciso falar de amor,
De um grande amor,
Colhido em momento encantado,
À maneira do meu coração.
E o medo, aquele medo,
Arrasta penosamente,
Minhas dores cardíacas,
Na quarta bulha constante,
Do meu amor, meu grande amor,
Colhido no momento encantado,
À maneira do meu coração.
E que eu seja o último,
O maluco idiota,
Que observa tua janela,
Da fronte de meus desejos.
Na ironia discreta,
Balançando um perfume,
De cheiro inconfundível.
E confirme na hora certa,
Que não te quero apenas,
Porque ainda te quero.
(Rômulo Piloni).
Um comentário:
Gostei da quarta bulha cardiaca
tá-TUM TÁ tá-TUM TÁ
=DD
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