Te importas que me contem teus [segredos?
Estes mesmos, que guardas a [inúmeras chaves.
Tal qual uma metáfora sussurrante,
Num grito de emoção,
Assim, sincero,
Aos ouvidos efêmeros convulsionados.
O escafandro cintilante impregnado,
Das cores mais bonitas do momento,
Cuida dos olhos,
Vigia o olhar,
Na amargurada profundeza oceânica.
Que nada!
Livre-se disso,
Destas coisas alheias e inacabadas.
De coração à razão,
Assim será mais fácil conviver,
Na podridão diária do mundo.