Sinto-me erguida por forças invisíveis.
O que será? Tecnologia?
Ergo os olhos e deparo-me com um azul impenetrável.
Abaixo os olhos, o que vejo? branco, branco...
Abre-se minha alma para ser contemplada de uma paz, força,
Que se traduz pela consciência da insegurança.
E se fosse esse o momento último?
Como na televisão, passam rápidos todos os momentos que
Poderiam ter sido vividos.
Tristeza? Não! Inconformidade!
Realidade para seguir adiante, caso não seja o momento último?
Talvez!
Mas agora já sinto os pés no chão. Costume? Sim.
Enfim, tudo como antes!
Vida, vontade, vazio.
terça-feira, agosto 05, 2008
sábado, julho 12, 2008
Ainda é você (música)
Te entregaria todo o mundo,
Embrulhado de saudade.
Apenas p`ra te ver sorrindo,
No aconchego de meus sonhos.
Provocando a juventude,
Na armadilha da distância.
Você sabe, lá no fundo,
Que esta nossa pouca idade,
Resultou em desencontro.
Mas se pensa mesmo em mim,
E o amor não me esqueceu,
Escute esta canção.
Ainda não é nosso fim,
Me interessa tudo seu,
Você sempre tem razão.
Esse mundo assim tão grande,
De sentimento pouco astral,
Cabe todo no meu peito.
Quero a vida mais amena,
Quero o gosto de seus lábios,
Imprimidos na minha boca.
Mesmo que eu ainda ande,
No labirinto infernal,
É você que eu ainda quero.
E se pensa mesmo em mim,
E o amor não me esqueceu,
Escute esta canção.
Ainda não é nosso fim,
Me interessa tudo seu,
Você sempre tem razão.
É você mesma que eu quero.
(Rômulo Piloni).
Embrulhado de saudade.
Apenas p`ra te ver sorrindo,
No aconchego de meus sonhos.
Provocando a juventude,
Na armadilha da distância.
Você sabe, lá no fundo,
Que esta nossa pouca idade,
Resultou em desencontro.
Mas se pensa mesmo em mim,
E o amor não me esqueceu,
Escute esta canção.
Ainda não é nosso fim,
Me interessa tudo seu,
Você sempre tem razão.
Esse mundo assim tão grande,
De sentimento pouco astral,
Cabe todo no meu peito.
Quero a vida mais amena,
Quero o gosto de seus lábios,
Imprimidos na minha boca.
Mesmo que eu ainda ande,
No labirinto infernal,
É você que eu ainda quero.
E se pensa mesmo em mim,
E o amor não me esqueceu,
Escute esta canção.
Ainda não é nosso fim,
Me interessa tudo seu,
Você sempre tem razão.
É você mesma que eu quero.
(Rômulo Piloni).
quinta-feira, junho 12, 2008
Narrativa objetiva
Acordei mais cedo hoje,
Mas dormirei mais tarde.
Parindo não,
Gestando antes,
A tristeza diária minha e tua também.
Um mundo completamente desnudo,
Sem flores,
Sem cores,
Sem um sonho doce-meio-amargo.
Minhas tristes narrativas completas.
Com minha e tua história.
Zombando da lua,
E espreitando meus momentos fracos.
Lamento.
(No sentido profundo de lamentar-se).
Compreendes?
Acho que não!
Ela não compreende.
Ela não pode me compreender.
Se sou sentimental?
Cale-se!
Não posso pensar mais nela.
O dia em que pensar,
Lembrarei o gosto do beijo.
(Rômulo Piloni).
Mas dormirei mais tarde.
Parindo não,
Gestando antes,
A tristeza diária minha e tua também.
Um mundo completamente desnudo,
Sem flores,
Sem cores,
Sem um sonho doce-meio-amargo.
Minhas tristes narrativas completas.
Com minha e tua história.
Zombando da lua,
E espreitando meus momentos fracos.
Lamento.
(No sentido profundo de lamentar-se).
Compreendes?
Acho que não!
Ela não compreende.
Ela não pode me compreender.
Se sou sentimental?
Cale-se!
Não posso pensar mais nela.
O dia em que pensar,
Lembrarei o gosto do beijo.
(Rômulo Piloni).
domingo, maio 04, 2008
Ímpeto
Bem-vinda sua alma doce e serena
Que abriu as janelas de minha vida triste
E entrou como a brisa silente em meu quarto
Transeunte em meu mundo vago
Me acordastes com euforia passiva e sutileza nipônica
Fazendo do teu riso o meu
Bastando o teu silêncio eloqüente
E suspiro lascivo
Para que o dia se tornasse poético
Dei-te o sol e o rio para debruçares teus sorrisos
Em dias de sol ou neblina
Me destes tua presença eterna
Que não passa como o rio e não se vai como o sol
Dei-te o colo quando te achavas triste
Me destes a maturidade espontânea
E criatividade efusiva...
Que abriu as janelas de minha vida triste
E entrou como a brisa silente em meu quarto
Transeunte em meu mundo vago
Me acordastes com euforia passiva e sutileza nipônica
Fazendo do teu riso o meu
Bastando o teu silêncio eloqüente
E suspiro lascivo
Para que o dia se tornasse poético
Dei-te o sol e o rio para debruçares teus sorrisos
Em dias de sol ou neblina
Me destes tua presença eterna
Que não passa como o rio e não se vai como o sol
Dei-te o colo quando te achavas triste
Me destes a maturidade espontânea
E criatividade efusiva...
domingo, janeiro 27, 2008
Minhas putas
As putas equilibram o mundo,
Com seus pesos hipotéticos.
Na calada da noite,
Costuram alegrias gozosas.
Enquanto o tempo sofre tropeços,
Nas patas dos cavalos.
E a memória,
Já não tem mais espaço,
No itinerário do regresso.
Este mundo magnífico,
De putas, orgias e instintos,
Nunca o consultei.
O caleidoscópio,
Comprime as rugas,
Das franjas do tempo.
E tu mesma sabes,
Que o amor,
Ah! O amor,
É apenas verdade,
Transitória.
(Rômulo Piloni.)
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